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12 de nov. de 2012

I AM SAM - Uma Lição de Amor



Sabe, o que 'curiosamente' sinto falta?
 Compaixão,Ternura,Compreensão,Solidariedade e Amor entre às pessoas. Todos sentimentos e ações que um dia tive pelos humanos em leve queda de extinção.Triste e verdadeiro notar que quando você está fora do mercado social/profissional; pessoas que você ajudou somem. Interessante, não é? Estender a mão, compartilhar contatos profissionais, auxiliar com conselhos ou até indicar vagas de empregos...Ações que agora penso mil vezes antes de fazer. É duro você ter que optar por um coração 'congelado'... Matar um leão por dia, ver algumas pessoas virarem as costas para você(sei que todos somos "substituíveis") e com essas quedas vertiginosas aprendemos que devemos manter porções razoáveis de bondade. Interessante, essa volta que o mundo dá. Essa ação e reação sempre constante em nossas vidas. Anyway, toda essa pequena reflexão, fez lembrar a notória película:

Uma Lição de Amor

Mais uma excepcional direção de Jessie Nelson. Diretora que  já deixou sua sensível marca tanto em direção quanto em roteiro nos filmes: Corina, Uma Babá quase Perfeita, História de Nós Dois, Lado a Lado, Titio Noel e Minha mãe quer que eu Case.
I AM SAM, conta com a brilhante atuação de Sean Penn,  Dakota Fanning, MIchelle Pfeiffer entre outros.
 Trilha sonora que funciona mágicamente pois marca uma das características principais de Sam,um aficcionado pelos Beatles. Tanto que sua filha foi batizada com o nome de Lucy Diamond, em homenagem à música célebre do disco "Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band". E em consequência disso, a trilha sonora é uma ótima coleção de versões de músicas dos Beatles cantadas por artistas contemporâneos.
Alguns destaques:  You've got to hide your love away" (Eddie Vedder), "I'm looking through you" (The Wallflowers, que são mais conhecidos pela música tema do seriado Friends), "Lucy in the sky with diamonds" (Black Crowes) e "Blackbird" (Sarah McLachlan, divina). 

Voltemos ao filme,rs. 

 Na Antiguidade Clássica, particularmente entre os romanos, era comum o sacrifício de pessoas que apresentassem deficiências físicas ou mentais, podemos dizer que a sociedade evoluiu, aprimorou-se. Se, por outro lado, imaginarmos que há várias barreiras que ainda não foram transpostas, principalmente aquelas que dizem respeito à forma como os deficientes são encarados e tratados pelas outras pessoas, percebemos que ainda há muitas mudanças a serem implementadas.O personagem Sam vive dentro de condições que poderíamos considerar como adequadas no contexto atual, no que tange a uma pessoa deficiente que possui a idade mental equivalente a de uma criança de 7 anos de idade. Tem seu próprio apartamento, está empregado em uma lanchonete onde atua como garçom, recebe seus amigos para assistir vídeos clássicos e cuida de sua filhinha.
No decorrer do filme a convivência entre o cliente deficiente e a advogada vai fazer com que ambos procurem reavaliar suas relações com as pessoas amadas, ou seja, nada mais óbvio. As melhores cenas são, sem dúvida, as em que Sam contracena com seus amigos, todos eles deficientes, e que garantem bons momentos hilários, como o da secretária eletrônica, dos balões, dentre outras, que fazem com que o filme se torne mais agradável de ser assistido.


Outro ponto bem observado no filme é sistema judiciário norte-americano, onde a justiça despreza pormenores que podem ser decisivos para a solução de um caso traumático de separação entre pai e filha e temos uma idéia da trama do filme. Outra amarração da trama é a experiência vivida por Sam ser retratada na figura de sua advogada de defesa, Rita Harrison (Michelle Pfeiffer), uma linda e bem sucedida profissional que mal tem tempo para ouvir o que seu filho tem a lhe dizer.
A 'frieza' de Rita Harrison, ensina a seu modo que o mundo 'cruel', muitas vezes acaba afastando nossa compaixão/ternura daqueles que amamos. Já, Sam dá uma aula do que é o amor incondicional. Sua filha retribuindo esse amor com indas e vindas sobre sua guarda é emocionante. Um filme que consegue mostrar 'pinceladas', sobre o que é ser portador de deficiências, necessitar do sistema judiciário e ainda resolver conflitos familiares. Tudo isso embalado por essa trilha sonora impecavelmente necessária em nossa coleção. 
Em resumo e segundo filha de Sam:" Nós só precisamos de amor". 
(Filha de Sam quando questionada em juízo sobre seu pai).





22 de set. de 2012

Perfis de Mulher: Helen Keller


Muitas mulheres conseguiram triunfar e por isso merecem ser lembradas. Algumas alcançaram o sucesso após superar grandes dificuldades. Helen Keller foi uma delas. Cega e surda, vivendo na virada do século XIX para o século XX, enfrentou muitos obstáculos até se tornar uma intelectual notável. E polêmica.
Em 27 de junho de 1880 nasceu Helen Adams Keller, uma menina perfeitamente saudável. Aos 19 meses de idade, ela contraiu uma doença, talvez meningite ou escarlatina, que a deixou cega e surda. Quando bebê a única pessoa que entendia os sinais que ela fazia era a filha da cozinheira e, com o tempo, todos na casa foram se adequando e criando um código para se comunicar com Helen. Aos oito anos, graças a um escrito de Charles Dickens e um conselho de Alexander Graham Bell, Helen foi com seu pai procurar ajuda em uma instituição para educar deficientes. Foi aí que surgiu a figura mais importante de sua vida: Anne Sullivan.
A própria Anne, aos 20 anos de idade, era cega e ex-aluna da instituição. Ela teve de enfrentar muitos problemas até Helen aprender as palavras que ela ia soletrando, em língua de sinais, nas mãos da menina. Mas todo o esforço valeu à pena e Anne não apenas quebrou a barreira da incomunicabilidade com Helen, mas também a acompanhou em voos mais altos. Helen foi para a escola e para a faculdade, sendo a primeira pessoa com deficiências múltiplas a ter um diploma universitário. Ela se formou bacharela em Artes aos 24 anos, tendo sua educação financiada por um magnata do petróleo que admirava sua força de vontade.
Sua própria carreira nas artes já havia começado dois anos antes, quando Helen publicou sua autobiografia. Depois de formada, ela, Anne e o marido de Anne se tornaram grandes companheiros. A esta altura Helen era capaz de “escutar” música captando as vibrações das ondas sonoras em uma superfície e também havia aprendido a falar, tornando-se palestrante. Para completar, ela era capaz de entender o que os outros falavam colocando a mão nos maxilares de seus interlocutores, método que hoje é conhecido como Tadoma.
As ideologias de Helen Keller não poderiam ser mais avançadas para a época: defensora do sufrágio feminino e do controle de natalidade, opositora da entrada dos EUA na Primeira Guerra Mundial e membro do Partido Comunista. Começou a defender os direitos dos trabalhadores ao conhecer as condições abusivas de trabalho que levavam à cegueira nas fábricas e em prostíbulos, sendo neste último a causa principal a sífilis. Ao se declarar comunista, presenciou a ira de um jornalista que, anos antes, havia escrito vários elogios sobre ela. Com a alegação, ele voltou a escrever sobre Helen, desta vez menosprezando-a devido a suas deficiências.     
Além de escrever e publicar 12 livros e vários artigos, Helen fez algo que poucos sabem: introduziu na América a raça de cachorro Akita, pois adotou dois deles em uma viagem ao Japão na década de 1930. Além dos cães, seus grandes companheiros na vida adulta foram os empregados de sua casa. Após a morte de Anne Sullivan, em 1936, Helen e sua empregada viajaram o mundo em busca de investimentos para projetos que beneficiassem os deficientes visuais. Helen faleceu aos 88 anos, depois de uma série de derrames.
Uma história tão impressionante não passaria sem chamar a atenção do cinema. Em 1919, cenas de seu dia-a-dia foram usadas no documentário romantizado “Deliverance”. Na ocasião Helen se tornou amiga de vários atores de Hollywood, notadamente Charles Chaplin. A partir da biografia de Helen surgiu The Miracle Worker, um ciclo de histórias sobre a relação dela com Anne Sullivan que foram adaptadas para a TV, a Broadway e finalmente para o cinema em 1962, rendendo Oscars para as atrizes que interpretaram Helen e Anne, respectivamente Patty Duke e Anne Bancroft. Foram feitos também documentários e até um filme em Bollywood sobre ela. Além disso, ruas, hospitais, institutos e estátuas foram criados para homenageá-la e manter viva a memória dessa mulher surpreendente.

“Às vezes eu penso sobre minhas limitações, e elas nunca me deixam triste. Talvez seja apenas uma pequena vontade de vez em quando, mas é vaga, como a brisa entre as flores.”
Helen Keller (1880-1968)            

20 de set. de 2012

Acessibilidade e Televisão Combinam?

Imagem retirada DAQUI
Para quem desconhece o termo, acessibilidade vai além das mudanças para a permissão de que deficientes físicos consigam locomoverem-se, fazerem uso de produtos e alcançarem informações, trata-se de uma inclusão mais direta e duradoura, garantindo que a população, em sua mais pura totalidade, consiga usufruir do mínimo com dignidade. Assim, considerando a pergunta título, a acessibilidade é como um pretinho básico, combina com tudo; Inclusive televisão. Contudo, como tudo que na vida demande uma ação mais efetivas, financeira e social, a tão apregoada inclusão parece estar longe de ser vivenciada em sua plenitude.

Geralmente nesta coluna falo sobre alguma pérola da TV Aberta a ser relembrada, desta vez, entretanto, optei por trazer o trecho de uma matéria realizada para o programa Globo Universidade que compila informações interessantíssimas sobre o curso de Tradução, especialmente na elaboração de Closed Caption, e Audiodescrição. Segue o vídeo: 


Eu que sempre fui uma apaixonada pelo cinema, ficava imaginando como era a experiência desta arte através da vivência de uma pessoa com limitações físicas na visão - sendo cego ou com baixa visibilidade. Algo tão maravilhoso e fácil para mim era percebido com fascínio por outrem que não usufrui de todos os sentidos? Não sei se algum dia saberei esta resposta, mas, sei que a acessibilidade e a inclusão do recurso de audiodescrisão são vitais para que a diferença no acesso a um mesmo programa televisivo ou película fixe-se apenas nas opiniões pessoais. 


17 de set. de 2012

Playlist Cegos na Música

A perda de um sentido ou função faz com que os outros fiquem mais aguçados. É uma regra básica da sobrevivência humana, a compensação para uma melhor adaptação. E graças a esta forma de moldar-se as possibilidades e necessidades é que o universo musical agradece; Afinal, alguns dos melhores, mais bem afinados e ousados músicos foram "vítimas" da perda da visão e "vencedores" na magia da audição.

Por conta disto, montei uma playlist com músicos cegos e suas canções/interpretações:


Ray Charles


Stevie Wonder



Diane Schuur



Jose Feliciano



Blind Willie McTell



Terri Gibbs



Moondog



Nobuyuki Tsujii
What is a soul? It's like electricity - we don't really know what it is, but it's a force that can light a room. 

RAIN MAN - (D)eficiências?

Hoje, vou teclar sobre Deficiências ou como prefiro citar: Eficiências.
O que vem a ser deficiência?
Deficiência é o termo usado para definir a ausência ou a disfunção de uma estrutura psiquica, fisiológica ou anatomica. Diz respeito à biologia da pessoa. Este conceito foi definido pela Organização Mundial de Saúde. A expressão pessoa com deficiência pode ser aplicada referindo-se a qualquer pessoa que possua uma deficiência. Contudo, há que se observar que em termos legais ela é utilizada de uma forma mais restrita e refere-se a pessoas que estão sob o amparo de uma determinada legislação.
O termo deficiente para denominar pessoas com deficiência tem sido considerado por algumas ONGs e cientistas sociais inadequado, pois o termo leva consigo uma carga negativa depreciativa da pessoa, fato que foi ao longo dos anos se tornando cada vez mais rejeitado pelos especialistas da área e em especial pelos próprios portadores. Muitos, entretanto, consideram que essa tendência politicamente correta tende a levar os portadores a uma negação de sua própria situação e a sociedade ao não respeito da diferença. Atualmente, porém, esta palavra está voltando a ser utilizada, visto que a rejeição do termo, por si só, caracteriza um preconceito de estigmatização contra a condição do indivíduo revertida pelo uso de um eufemismo, o que pode ser observado em sites voltados a pessoas deficientes é que o termo deficiente é utilizado de maneira não-pejorativa.
A pessoa com deficiência geralmente precisa de atendimento especializado, seja para fins terapêuticos, como fisioterapia ou estimulação motora, seja para que possa aprender a lidar com a deficiência e a desenvolver as potencialidades. A Educação especial tem sido uma das áreas que tem desenvolvido estudos científicos para melhor atender estas pessoas, no entanto, o que inclui pessoas com deficiência além das necessidades comportamentais, emocionais ou sociais.

O filme que escolhi para abordar foi RAIN MAN, que trata sobre a questão do autismo.
Mas, antes de entrarmos no filme o que é autismo?
 Autismo é uma disfunção global do desenvolvimento. É uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização e de comportamento. Esta desordem faz parte de um grupo de síndromes chamado transtorno global do desenvolvimento (TGD), também conhecido como transtorno invasivo do desenvolvimento (TID), do inglês pervasive developmental disorder (PDD). Entretanto, neste contexto, a tradução correta de "pervasive" é "abrangente" ou "global", e não "penetrante" ou "invasivo". Mais recentemente cunhou-se o termo Transtorno do Espectro Autista (TEA) para englobar o Autismo, a Síndrome de Asperger e o Transtorno Global do Desenvolvimento Sem Outra Especificação.

Causas  
A causa do autismo não é conhecida. Estudos de gêmeos idênticos indicam que a desordem pode ser, em parte, genética, porque tende a acontecer em ambos os gêmeos se acontecer em um. Embora a maioria dos casos não tenha nenhuma causa óbvia, alguns podem estar relacionados a uma infecção viral (por exemplo, rubéola congênita ou doença de inclusão citomegálica), fenilcetonúria (uma deficiência herdada de enzima), ou a síndrome do X frágil (uma dosagem cromossômica).

Sintomas e diagnóstico
Uma criança autista prefere estar só, não forma relações pessoais íntimas, não abraça, evita contato de olho, resiste às mudanças, é excessivamente presa a objetos familiares e repete continuamente certos atos e rituais. A criança pode começar a falar depois de outras crianças da mesma idade, pode usar o idioma de um modo estranho, ou pode não conseguir( por não poder ou não querer) falar nada. Quando falamos com a criança, ela freqüentemente tem dificuldade em entender o que foi dito. Ela pode repetir as palavras que são ditas a ela (ecolalia) e inverter o uso normal de pronomes, principalmente usando o tu em vez de eu ou mim ao se referir a si própria.A maioria das crianças autistas tem desempenho intelectual desigual, assim, testar a inteligência não é uma tarefa simples. Pode ser necessário repetir os testes várias vezes. Crianças autistas normalmente se saem melhor nos itens de desempenho (habilidades motoras e espaciais) do que nos itens verbais durante testes padrão de Q.I. Acredita-se que aproximadamente 70 por cento das crianças com autismo têm algum grau de retardamento mental (Q.I. menor do que 70).
Entre 20 e 40 por cento das crianças autistas, especialmente aquelas com um Q.I. abaixo de 50, começam a ter convulsões antes da adolescência.Uma variante do autismo, às vezes chamada de desordem desenvolvimental pervasiva de início na infância ou autismo atípico, pode ter início mais tardio, até os 12 anos de idade. Assim como a criança com autismo de início precoce, a criança com autismo atípico não desenvolve relacionamentos sociais normais e freqüentemente apresenta maneirismos bizarros e padrões anormais de fala. Essas crianças também podem ter síndrome de Tourette, doença obsessivo-compulsiva ou hiperatividade.
Assim, pode ser muito difícil para o médico diferenciar entre essas condições.

Tratamento
Os sintomas de autismo geralmente persistem ao longo de toda a vida.
Muitos especialistas acreditam que o prognóstico é fortemente relacionado a quanto idioma utilizável a criança adquiriu até os sete anos de idade. Crianças autistas com inteligência subnormal, com Q.I. abaixo de 50 em testes padrão - provavelmente irão precisar de cuidado institucional em tempo integral quando adultos.Fonoterapia é iniciada precocemente bem como a terapia ocupacional e a fisioterapia.
A linguagem dos sinais às vezes é utilizada para a comunicação com crianças mudas, embora seus benefícios sejam desconhecidos. Terapia comportamental pode ajudar crianças severamente autistas a se controlarem em casa e na escola. Essa terapia é útil quando uma criança autista testar a paciência de até mesmo os pais mais amorosos e os professores mais dedicados.


Rain Man - Filme
O filme retrata a história de Raymond um autista interpretado por Dustin Hoffman que vive em um hospital psiquiátrico, até que herda uma fortuna de seu pai. Seu irmão Charlie (Tom Cruise) que desconhecia a existência de Raymond, depois do falecimento de seu pai, resolve procurar o irmão autista com interesse na sua herança. Raymond é sequestrado do hospital psiquiátrico pelo irmão, a fim de exigir a fortuna. Os dois viajam para Los Angeles para se conhecerem melhor. Durante a viagem, Raymond demonstra suas habilidades autistas. A personalidade de Reymond é marcada por suas reações (gritos, insistências, etc.) quando era forçado a fazer algo que não lhe interessava. Porém, apresentava características típicas de um garoto superdotado, como facilidade em matemática e excelente memória. No início, Charlie se irrita facilmente com o irmão, mas aos poucos, vai se envolvendo profundamente com Raymond e começa a entender suas limitações criando um carinho pelo irmão e ficando admirado com sua inteligência. A partir daí, o dinheiro não é mais prioridade para Charlie. Um filme que nos ensina a resgatar, reaprender, multiplicar ou aprender a ter respeito, carinho, amor, paciência e sensibilidade com todas pessoas. Nossos irmãos de alma que possuem um 'Q' a mais de notoriedade, devem ter suas necessidades motoras/comportamentais/psiquicas/sociais, entre outras respeitadas.O direito de ir e vir, trabalhar, socializar, amar...Deveria ser um direito de todos, não é? Sei que sair do papel virar ação efetiva são outros quinhentos principalmente, no Brasil. Porém, todos pagam impostos, todos votam,todos contribuem para o sálario mínimo dos deputados(girando em torno) 20 mil/ mês...etecéteras.Em certos momentos somos todos iguais em outros não?É minha gente, o filme Rain Man faz os mais sensíveis pensarem alto. Tenho muitos amigos (d)EFICIENTES e sei o sofrimento que é para um cego, cadeirante e outros andarem em nossas calçadas, utilizarem transporte público, etc.
Pergunta que nunca quer calar?
Este país tem jeito?