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4 de nov. de 2012

Dia das Bruxas e seu Contexto Histórico

Como está semana passada foi festiva em comemoração ao Dia das Bruxas, o texto de hoje, é um contexto histórico sobre bruxas e essa data obscura! Uma comemoração que ao longo do seculo foi mudando constantemente  pelo capitalismo, sexiscimos e preconceito.



O Dia das Bruxas ou mundialmente conhecido “Halloween” é uma herança cultural dos povos ingleses que tem sua primeira manifestação por volta de 1745, com uma temática bem diferente da que é hoje, ao longo dos anos a festa que nada tinha a ver com as bruxas, mas sim uma comemoração para celebar o fim do verão, se popularizou e se modificou e pouco a pouco foi incorporada uma série de elementos estranhos, como as aboboras, as bruxas e a famosa frase” "Gostosuras ou travessuras", no entanto a festa tem uma  origem  bastante controversa e possui diferenças em cada lugar,  a primeira delas é que é uma festa pagã.

A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objetivo dar culto aos mortos. A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, sendo que esta última acabou minguando com o tempo. Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: tudo era transmitido oralmente de geração para geração. Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro. Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam ao ano novo celta. A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para os cristãos seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor.

Na religião católica a festa ganhou outro significado a festa de “Todos os Santos". Lembrando os mártires da igreja católica.
“O costume dos “disfarces”, muito possivelmente surge na França entre os séculos XIV e XV. "

Nessa época a Europa vivia os anos da Peste Negra, a peste bubônica que dizimou perto da metade da população do Continente, criando entre os católicos um grande temor e preocupação com a morte. 

"Multiplicaram se as Missas na festa dos Fiéis Defuntos e nasceram muitas representações artísticas que recordavam às pessoas a sua própria mortalidade, algumas dessas representações eram conhecidas como danças da morte ou danças macabras.

Alguns fiéis, dotados de um espírito mais burlesco, costumavam adornar na véspera da festa de finados as paredes dos cemitérios com imagens do diabo puxando uma fila de pessoas para a tumba: papas, reis, damas, cavaleiros, monges, camponeses, leprosos, etc.

 Também eram feitas representações cênicas, com pessoas disfarçadas de personalidades famosas e personificando inclusive a morte, à qual todos deveriam chegar.”


A tradição de pedir um doce, sob ameaça de fazer uma travessura “trick or treat”, teve origem na Inglaterra, no período da perseguição protestante contra os católicos durante 1500-1700, neste  período, os católicos ingleses foram privados dos seus direitos legais e não podiam exercer nenhum cargo público.

Além disso, foram lhes infligidas multas, altos impostos e até mesmo a prisão. Celebrar a missa era passível da pena capital e centenas de sacerdotes foram martirizados.

Produto dessa perseguição foi a tentativa de atentado contra o rei protestante Jorge I.

O plano, conhecido como "Conspiração da pólvora" , era fazer explodir o Parlamento, matando o rei, e assim dar início a um levante dos católicos oprimidos. 


 Mais tarde, a comemoração do dia de Guy Fawkes chegou à América trazida pelos primeiros colonos, que a transferiram para o dia 31 de outubro, unindo a com a festa do Halloween, que havia sido introduzida no país pelos imigrantes irlandeses. 

Vemos, portanto, que a atual festa do Halloween é produto da mescla de muitas tradições, trazidas pelos colonos no século XVIII para os Estados Unidos e ali integradas de modo peculiar na sua cultura. Muitas delas já foram esquecidas na Europa, onde hoje, por colonização cultural dos Estados Unidos, aparece o Halloween enquanto desaparecem as tradições locais.

As bruxas são o principal tema dessa festa, porém como todo o halloween em si, tem sua história obscura por trás, e normalmente lá na era medieval, onde havia mitos que as "bruxas voavam em vassouras em noites de lua cheia e faziam feitiços e transformavam as pessoas em animais e que eram más."

A Inquisição, instituída para combater a heresia, agravou a turba de seguidores inspirados por Satã. 


Havia, ainda, um componente sexista. Os bruxos homens existiam, mas eram as mulheres, sobretudo, que iam queimadas nas fogueiras medievais.

Hoje em dia essas antigas superstições como a da bruxa velha da vassoura na lua cheia já foram suavizadas, devido à maior tolerância entre religiões, sincretismo religioso e divulgação do paganismo.

E por fim tornou-se uma data mais capitalista de vendas e diversão apenas, hoje existe muitas bruxas Wicca e praticantes de mágia, influenciados tanto pela bruxas medievais como pelos cinemas.

Texto Original ; Wikipédia.

29 de out. de 2012

Mulher de Preto

Aproveitando o mês Helloween(Dia das Bruxas  - USA) vou teclar sobre um suspense no mínimo interessante: Mulher de Preto, com nosso querido e eterno Bruxinho Harry Potter que semelhante a um bom vinho quanto mais velho melhor..
Quero começar nosso texto com um pequeno pensamento: O que eles chamam de fantasmas...Nós, chamamos de espíritos!
Vamos ao filme?
Um suspense interessante. Daniel Radcliffe, consegue fazer o advogado Arthur Kipps de maneira honesta e cativante. Viúvo, pai de um filho pequeno, vai ao interior da Inglaterra finalizar papeladas de uma família que vivia em um casarão abandonado. Lá, encontra mistérios e terror nesta casa 'assombrada' por um terrível espírito maligno e vingativo. Um filme que conta com a produção da Hammer Film Productions, que foi uma companhia cinematográfica britânica, fundada em 1934, célebre por realizar uma série de filmes de terror, entre os anos 1955 e 1979. Chegou ao auge nos anos 60, revelando para o mundo atores do porte de Christopher Lee e Peter Cushing, sua decadência iniciou-se em meados dos anos 70, sendo que suas últimas produções datam da década de 1980, com séries de terror para a televisão. Ressurgiu sob nova direção em 2008 realizando filmes como “Deixe-me Entrar” e “A Inquilina”. Em 2011 produziu “A Mulher de Preto”. Dirigido por James Watkins e escrito por Jane Goldman é baseado no romance de Susan Hill, com o mesmo nome.

O filme consegue nos levar ao drama sufocante de James, em meio ao cenário bucólico, fotografia sombria e personagens sinistros. Sua dor em tentar entender e por fim auxiliar o espírito que vive na casa encontre seu caminho de luz é algo notável. O filme mostra de maneira 'sutil' o que 'entendemos' sobre espiritualidade. Não aprofunda e preenche algumas lacunas com os tais clichês.
Na Era Eduardiana, o jovem advogado Arthur Kipps vive com seu filho de quatro anos de idade, Joseph (Misha Handley) e babá de seu filho (Jessica Raine). A esposa de Kipps Stella (Sophie Stuckey) morreu após o parto. Kipps é atribuído a lidar com a propriedade de Alice Drablow, dona de uma mansão inglesa conhecida como Eel Marsh House, onde vivia com seu marido, o filho Nathaniel, e sua irmã Jennet Humfrye (Liz White). Embora os moradores queiram que ele vá embora, Kipps faz amizade com Sam Daily (Ciarán Hinds), um rico fazendeiro e sua esposa Elisabeth (Janet McTeer).
Na Eel Marsh House, localizada em uma ilha cheia de pântanos, Kipps vai para um quarto no andar de cima depois de ouvir passos e vê uma mulher vestida de preto fora da janela. Ele corre para os pântanos e as testemunhas do afogamento de Nathaniel. Acreditando que ele seja real, ele relata o avistamento na delegacia local e, enquanto lá, dois meninos trazem uma menina que havia tomado soda caústica, ela morre nos braços de Kipps.

Enquanto isso o espírito 'maligno' que vive na casa é vingativo e ao mesmo tempo solitário. Assim, como nós(vivos) sempre buscamos auxilio/ajuda/conselhos os espíritos também necessitam de tal apoio. Geralmente, filmes com a temática 'espiritualidade', remetem ao terror; o que não deveria. Ao mesmo tempo nossa sétima arte necessita do tal suspense para sairmos um pouco do modo documentário. Sobre, espiritualidade o que podemos começar a entender é essa idéia da imortalidade física proporcionando às pessoas a oportunidade de desvendar seu anseio inconsciente de morte e libertando da tirania da mentalidade de mortalidade.
 A derrota da morte é o teste básico de inteligência neste universo físico. A imortalidade física é o primeiro passo para qualquer prática de iluminação espiritual. Purificar a si mesmo significa manter seu amor tão puro, de modo que ele mantenha você praticando a verdade em todos os seus relacionamentos. A espécie de amor que produz imortalidade física é a paciência eterna. A vida na Terra não é para as pessoas fracas. Todas as pessoas fracas morreram no passado. E todas as pessoas que pensavam que eram fortes, mas não eram, também morreram. Mas muitas pessoas adquiriram integridade suficiente para conseguir a vida eterna de seus espíritos, mente e corpo. Entrei um pouco no assunto espiritualidade para mostrar o que talvez o autor, diretor quiseram mostrar com o espírito da Mulher de Preto. Nessa história o espírito torna-se vingativo devido uma série de acontecimentos supostamente mal resolvidos(em suas vidas) marcam sua existência física e cármica com ódios, mágoas, tristezas que  resultam nessa eterna vingança fazendo com que ele permaneca enraizado em nosso plano.

  Enfim, adoro teclar sobre os mistérios do Universo e sou fã de Carl Sagan. Creio, que somos infinitamente microscópicos quando comparados ao Cosmos e filmes com essa temática:espiritualidade  e ciência conseguem prender minha atenção.
Mulher de Preto,é digno de pipoca e ao mesmo tempo um filme que assistiria no máximo três vezes,rs.Esperava um pouco mais do final e a atuação do nosso eterno Potter ainda necessita de muitos reparos.Porém, o filme é bem produzido, bem dirigido e consegue cumprir o papel de suspense.





5 de set. de 2012

Qual é o segredo da Bruxa?


Certo dia - no mesmo em que postei o Toda Mulher Tem Um Pouco de Bruxa - passei em frente a uma livraria que costumo cruzar; Lá estava aquele livro de capa marrom, com um desenho quadrado cortado por duas diagonais, de um autor que desconhecia; O título? Era O Livro da Bruxa. Parei e encarei aquela obra por um bom tempo antes de entrar e comprá-la. Olhei para a vendedora e disse: "O livro chamou-me!" Foi exatamente isto. Paguei os R$ 9,90 e saí. Mal sabia eu que aquelas poucas páginas trariam tanto ao meu ser.

Sabe qual é o maior segredo da magia? A perspectiva. Quando esbarramos com um mágico, um ilusionista, uma bruxa, ficamos encantados com o que podem fazer diante de nossos olhos. Sabemos que há um truque, mas, queremos nos iludir. Contudo, se mudarmos o foco, vamos perceber aqueles detalhes obscuros da mesma situação. Talvez até notaremos alguma nuance de cor esquecida ou um som acalentador. A Bruxa deste livro é expert nisto e está pronta para compartilhar com o pupilo escolhido, no caso, o autor do livro.

Uma sinopse destas poderia anunciar algo complexo e cheio de clichês. Não é assim, em que pese do ponto de vista literário não anunciaria o seu conteúdo como obrigatório. Todo escrito em primeira pessoa, o texto flui com uma naturalidade direta, tornando muito fácil a leitura. É o típico livro pessoal, para alguns soará bom, para outros não significará nada. Sou do primeiro grupo, daqueles que querem perceber nas coisas mais corriqueiras a beleza de um olhar poético.

Comentei sobre ele neste meu vídeo para o vlog do Antes que Ordinárias:


Se eu pudesse aconselhar os futuros leitores deste livro, faria assim:

Ainda que por um instante, respire percebendo o ar em si. 
Idolatre a natureza diária. 
E redescubra as árvores, antes esquecidas, no caminho ao trabalho. 
Torne o cotidiano cinza, em arte. 
Enfeite-se. 
Ouse.

Já foi dito por aí: "A vida é muito pra ser insignificante." Não concordam?


1 de set. de 2012

As Bruxas dos Anos 90

Para quem sempre teve um fascínio pelo sobrenatural crescer na década de 90 foi extremamente produtivo. Quem curtiu a infância e a adolescência neste período com certeza deve ter presenciado a "febre wicca", geralmente ligada a garotas buscando uma diferenciação do resto da multidão de jovens. Claro que a grande maioria - assim como eu - só gostava do ideia de estar compartilhando um conceito medieval questionado pela igreja católica - aqui falando esta guria que estudou em um colégio de irmãos - somado ao glamour que alguns filmes da época imbuíram a magia das ditas Bruxas! 

Relembrando um pouco a minha fase de ter várias bruxinhas espalhadas pelo quarto, resolvi fazer uma lista de películas e séries lançadas de 1990 a 1999 com a temática. Segue a Lista:

(1990)
Já comentei no meu blog pessoal que esta película está entre os meus Traumas de Infância; Em que pese tenha assistido diversos filmes com uma temática de "bruxas más" nenhuma supera a bela - na real - medonha - no filme - Anjelica Huston e seu plano de aniquilar com as crianças. Ainda que cite ele como trauma, recomendo. É bem montado, efeitos especiais muito bons para a época e atuação da malévola antagonista está soberba.

(1993)
Do susto pueril para a comédia infantil, temos o adorável Abracadabra. A Disney entrou na onda do Halloween e suas bruxas com três figuras bem diferentes: A chefe (Bette Midlerr), a atrapalhada (Kathy Najimy) e a burra (Sarah Jessica Parker), conhecidas como as Irmãs Sanderson. Elas acordam depois de 300 anos tentando impor o terror, mas dois adolescentes, uma menina e um gato estão dispostos a lutar. O grande trunfo do filme? A escolha das atrizes para as estilizadas bruxas.

(Série - 1996)
Esta é uma série conhecida e no maior estilo família. Sabrina é uma adolescente que descobre que é feiticeira; Assim, ela tem que conviver com suas crises da fase e aprender a usar seus poderes. Hoje em dia seria um equivalente ao Os Feiticeiros de Waverly Place.

(1996)
O maior epítome no quesito "Desejo de conhecer o universo Wicca na adolescência". Contando a história destas quatro garotas que se envolvem no universo da bruxaria, cada qual com o seu objetivo de ganho pessoal. Aos poucos, contudo, Sarah Bailey - a mais poderosa delas - percebe o rumo perigoso de suas brincadeiras , querendo sair. Aí entra a persona de Nancy Downs (interpretada pela estranhamente bela Fairuza Balk). O visual delas era muito copiado - tá, pelo menos por mim, hehehe.

(1996)
Um wannabe de Jovens Bruxas, deixa a desejar em seu enredo - garotas de um colégio católico que acabam sem querer se envolvendo com o oculto - e produção de baixo custo. Mas, como segue a linha de sucesso da época, vale  a menção. 

(1996)
O que eu mais gosto nesta obra cinematográfica? O elenco, é claro! Winona Rider e Daniel Day-Lewis já servem para atrair a atenção. O filme tem como premissa os infames julgamentos ocorridos em Salém durante o século 17, onde diversas mulheres foram condenadas por bruxaria. É baseada em uma peça de Arthur Miller.

(1998)
Baseado no livro Practical Magic de Alice Hoffman, traz a bruxaria para o gênero romance, tratando da história de duas irmãs bem opostas em comportamento e que compartilham do dom para a magia. Uma deles vive de paixões e a outra teme se apaixonar por conta de uma maldição. É um filme bem leve e gostoso de assistir.

(Série - 1998)
Outra referência master para o desejo de "ser bruxa" é a premiada série Charmed. As três irmãs tem de lidar com suas vidas pessoais enquanto enfrentam demônios, fantasmas, poltergeist e pesadelos. Eu, particularmente, adorava esta série - especialmente a Piper Halliwell

(1999)
Nem preciso falar a premissa aqui, não é verdade? Este falso documentário causou um verdadeiro furor e, por bem ou mal, modificou a direção que ia o cinema horror. Quando vi a primeira vez tinha 15 anos e realmente me assustei, confesso.

(1999)
O belo trabalho de Tim Burton traz um cético investigador caindo num emaranhado de instantes e mortes sobrenaturais. O visual gótico e a forma como trata o lado oculto de bruxas e magias transforma o filme num tom de conto espetacular.


Anos 90, Magia para Todos os Gostos!


13 de jul. de 2012

Toda Mulher Tem um Pouco de Bruxa!

Mas há algumas coisas que tenho por certeza: Sempre jogue uma pitada do sal derramado sobre seu ombro, tenha alecrim em seu jardim, plante lavanda para dar sorte, e apaixone-se sempre que puder. (via Tumblr.)
A figura mística da bruxa é associada, no imaginário popular, por uma mulher má, talvez velha, talvez feia, que busca a solução de certos problemas através da magia negra. Conceito que pode ser muito bem relacionado ao tratamento dado a mulheres "rebeldes" na idade média. Tratá-las como hereges era algo fácil, já que os sinais vistos como pecaminosos tinham em sua base desde superstições a marcas/doenças genéticas. 
Quem nunca fez uso de alguma "sabedoria popular" que atire a primeira pedra. 
Eu cresci brincando na casa da minha avó materna. Ela era doceira de mão cheia, apesar de nunca ter tido treinamento profissional; Chegar lá era provar de uma infinidade de sabores deliciosamente combinados. Tudo que sabia aprendeu com sua mãe, e esta com a sua figura materna e assim por diante. Os segredos daquela culinária caseira foram passados de geração a geração, como também algumas orações e bençãos que ajudavam a encontrar objetos perdidos, curar o amarelão e proteger contra a "maligonia" - seja lá o que for isto. Minha avó sempre foi mágica ao meus olhos. Sim, eu acho que ela tinha um "q" de bruxa.

Qual o meu ponto com este breve relato de minha infância? Provar que "bruxaria" pode ter um conceito muito mais amplo do que os dados malévolos que nos são repassados. Por exemplo, o uso de um amuleto da sorte, uma simpatia de final de ano, uma prece libertadora, algo em que se deposite a confiança e o poder, para mim isto tudo faz parte do conceito de magia/feitiço/mágica.

Via Tumblr.
Não poderia ser diferente com a dita Sexta-feira 13, cercada de mistérios e crendices - basta dar uma olhada no MEDOB que traz algumas curiosidades sobre a data, confiram AQUI.O número 13 é por vezes associado a incompletude, má sorte e inclusive morte, fazendo com a data ganhasse uma conotação fantástica. Assim, se tem uma época em que as pessoas ficam mais atentas as superstições é esta; Não se passa debaixo de uma escada, não se deixa um gato preto atravessar o caminho, quiçá quebrar um espelho... Sete anos de azar é muito tempo.

Bianca Passarge by Carlo Polito, 1958
- No, I'm not okay! You've turned me into a witch!
- You were born one. We all were. And I think we better start learning to deal with that.
Sejamos sinceras, todas temos alguns segredinhos infalíveis; Uma certa máscara caseira para pele, uma receita afrodisíaca, uma roupa que dá sorte, um chá para curar isto ou aquilo, um charme extra para conquistar algo... Nós mulheres somos sortudas, temos a magia ao nosso lado. Nascemos sobe o fortuito sexo dos mistérios a serem revelados, somos todas um tantinho "bruxas", e é melhor aprendermos a lidar com isto. 

Para finalizar, que tal exercitarmos o nosso lado feiticeira e assistindo ao primeiro episódio legendado de Charmed - série que já comentei no post As Bruxas dos Anos 90 em meu blog -, créditos ao Canal ViviHelenaSF:



Tenham uma ótima Sexta-feira 13!